A pessoa que escreve entra numa egotrip sem precedentes. Ela no fundo se acha do caralho por saber como e onde colocar as palavras certas na orquestração de um raciocínio. Ela tem que dizer algo para os simples mortais que vivem sem sentir, ou pelo menos sem maneiras de transmitir estes sentimentos. Sou um enviado! Pensa o escritor no alto do seu castelo de cimento e ego prenssado. A prova disso é que quando postamos um texto no blog, o grande lance, o tesão da coisa é esperar pelos comments ou pelo número de acessos no dia. De onde vem esta necessidade de passar pela aprovação dos outros? Claro, sem os outros, que valor teria escrever para o nada? O grande lance é biscoitar o consciente alheio com as palavras certas e aí, aos poucos, montar seu exército de seguidores. A maneira que encontrei de buscar isso foi, levando em consideração os arquétipos, escrever da mesma forma que converso com uma pessoa que tenho muito intimidade. Com ela, você já furou todos os bloqueios, recalques, máscaras, e a conversa ventila por onde quiser, o que gera grande prazer. Com a literatura dá pra fazer o mesmo. Se você escreve como se estivesse contando a história para a pessoa com quem tem abertura total, o texto sai redondo, sem os rococós linguísticos, e acaba atingindo a todos.
Josh Johnson Ridicules the Army’s Opening to Older Recruits
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“Look, according to People magazine — and apparently the U.S. military — 42
is the new 35,” Johnson said on Tuesday’s “Daily Show.”
Há 2 horas

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