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Ontem ela chegou por volta das 02h30 a.m. Chegou pra dormir. E foi a segunda vez que ela deita e apaga. Acho muito estranho. Nos dias que ela chega cedo, demora a dormir. Bebe seu Bloodymary, degusta de um aperitive, vê uma tevê, toma um banho de banheira, nunca deita direto. Tudo bem que eram duas, quase três da manhã e, logo cedo, 07h30 a.m seu Thompson rádio relógio vai despertá-la, sempre na NRJ, que toca as últimas baladas de Paris. E saber que ela chegou 02h30 a.m me incomodou profundamente. Se já não conseguia dormir, se já respirava fundo pra não perder o pulso, se já administrava a frustração caucado nos traumas com as meninas do passado, com ela do lado dormindo profundamente não podia segurar a tensão, o medo, perspectiva de que este sono tranqüilo, esta respiração profunda, o deitar e apagar, fosse conseqüência direta de um foder, de um trepar, de um clitóris hipertrofiado no gozar gostoso. E se realmente ela tinha dado pra outro, não poderia dormir ao seu lado como venho fazendo nos últimos 15 dias, não não não. Uma coisa é se dar pro vibrador. Outra é certificar-me de que realmente ela deu pra outro.
Passei mais alguns minutos na cama numa posição totalmente incômoda, simulando a continuidade do meu sono quebrado pela sua chegada. Não suportei, levantei no escuro, vi o seu vulto, levantei com pulso que enfermeira pede pra tirar a pressão de novo, não acreditando naqueles 14 por 9. A primeira coisa que me passou pela cabeça, acreditem vocês, foi ir até o banheiro. Acontece que sempre que ela chega em casa, deixa a roupa do dia jogada no chão, um bolo de calça, blusa, sutiã e calcinha. E justamente pela calcinha que eu vinha medindo os seus dias. Cada vez que ela chegava do trabalho eu dava uma boa fungada naquela calcinha fio dental, sempre de uma cor diferente, pra sentir e medir seu PH. E se nos outros dias a secreção vinha normal, a leve crosta caramelada na altura certa da costura da calcinha, desta vez acertei em cheio, a calcinha, mais chic do que a dos dias anteriores, bordô, vinha sem caramelo, mas ensopada de porra na mesma altura da costura. Como se dez minutos atrás alguém tivesse esporrado tudo lá dentro e antes mesmo dela levantar. colocou a calcinha pra ir embora, levando contigo toda a porra. E se deitada a porra se acalma dentro, quando ela levanta e pega a scooter de volta pra casa, tremelicando pelo asfalto com o o motor da motoca, podes crer que a porra vai descer, foi como vi, calcinha empapada, filetes branco de esperma. Fiquei mal. Me olhava no espelho querendo fugir. A minha vontade naquele instante era entrar naquele quarto sem roupa, tirá-la debaixo daquele edredon e fodê-la a força, incrementando o frozen iogurte de porra, dois tipos de queijo, deixá-la dolorida, fazê-la chorar de dor, segurá-la pelo cabelo, comer o cu mordendo todo seu pescoço. Mas precisava estar bem fora de controle e um tanto apaixonado pra fazer tal loucura.
Saí do banheiro. A casa escura, só o barulho da ventilação que circula o ar entre um cômodo e outro. O barulho desta ventoinha me punha louco. Um ruído sinistro, o ar quente daqui de dentro, a geladeira silenciosa, e a ela dormindo profundamente, dormindo ainda com a porra de outro escorrendo na calça de flanela do pijama.
Josh Johnson Ridicules the Army’s Opening to Older Recruits
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“Look, according to People magazine — and apparently the U.S. military — 42
is the new 35,” Johnson said on Tuesday’s “Daily Show.”
Há 2 horas

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